"Quantas vezes vais olhar pra trás?
Estás preso a um passado que passou.
Quantas vezes vais ser tu capaz
de fazer sair quem por engano entrou?
Abre a tua porta.
Não tenhas medo.
Tens um mundo inteiro à espera pra entrar
de sorriso no rosto
e talvez um segredo...
alguém te quer falar."
quarta-feira, 8 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
"Ten" Years Ago
Hoje tirei o pó do meu velhinho cd "Ten" dos Pearl Jam e decidi inseri-lo onde nunca o tinha inserido antes, no meu portátil. O pobrezinho só tinha conhecido os meus velhinhos discmans e a minha aparalelhagem. Lembram-se? Senti-me de novo com 12, 13 anos, deitada no chão e a pensar na vida. Lembro-me das tardes em casa da minha amiga de infância Cátia, quando ouviamos não só Pearl Jam, mas também Nirvana e Alice in Chains. No nosso tempo o grunge já tinha passado um bocadinho de moda, mas havia ainda alguns sobreviventes que idolatrávamos. Sonhávamos com aqueles homens de Seatle com ar de lenhador-que-não-toma-banho-há-pelo-menos-uma-semana-e-não-corta-o-cabelo-há-mais-de-5-anos e bebiamos aquelas palavras sem sentido como se fossem sagradas. Vestiamos calças largas e rotas e all stars rasgados e escritos, mas éramos felizes assim na ignorância de que a vida era bem mais complexa do que ouvir música e ter uma cabaninha em Seatle.
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Bela e o Monstro - Direito de Resposta
Este post segue em resposta à nossa querida amiga Té que laborou sobre este tema aqui.
Como grande admiradora da Bela(sim quando brincava às princesas da Disney eu era a Bela),sofredora do Síndrome de Bela* e apreciadora de homens peludos, sinto-me no direito de fazer a minha interpretação da história da Bela e o Monstro.
Quando Bela conhece o Montro ele é para lá de desagradável. Tem maus modos, mau feitio, vá é um brutamontes. No entanto, com o passar do tempo, Bela descobre que o Monstro é atencioso e generoso e aprende a aceitar os seus pequenos defeitos. Assim, Bela aprende a amar o Monstro e ele aprende a amá-la também. É óbvio que Bela ficaria com o Monstro, mesmo que não houvesse aquela transformação com a levitação e as estrelinhas. Pelo menos assim o demonstra no momento em que o Monstro é ferido por Gaston. A lição desta história não é a de que as mulheres conseguem transformar monstros em príncipes, mas que quando amamos alguém, é irrelevante o seu aspecto físico e as suas falhas de carácter. Para o mundo esse homem pode ser um monstro(lembrem-se da cena em que Bela tenta dissuadir os aldeões de que o Monstro é perigoso), mas para a mulher que o ama, ele é um príncipe, isto é, o homem perfeito. Para suportar a minha teoria aqui vai um pouco de sabedoria popular:
Quem feio ama, bonito lhe parece;
One man's meat, is another man´s poison ( a contrario sensu);
Beauty is in the eye of the beholder.
* O Síndrome de Bela é um síndrome que ataca muitas mulheres e que se traduz na atracção destas mulheres por homens com defeito, aliás com muitos defeitos. Estas mulheres não conseguem evitar gostar de coitadinhos e de homens de quem mais ninguém gosta. É possível que estas mulheres se sintam atraídas por homens mais convencionais, mas o seu coração irá sempre pertencer a homens com defeitos, sendo os principais a falta de beleza física, ar de cromo, mau feitio e falta de tacto com as pessoas. São exemplo destes homens, o Monstro, o Dr.House, o Dr.Karev, o Monk e muitos mais que não podem aqui ser revelados.
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Pensamento do dia...
"A decisão de ter um filho é muito séria. É decidir ter, para sempre, o coração fora do corpo."
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Inspiradas
"I was dead before I met you.
I was born the day you loved me.
And I will never die because I love you."
Cole
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Praise The Lord
O House e o Aureliano tiveram um filho e eu vi-o na biblioteca!
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
West Side Story

O Gang da Melanina foi ao Teatro...
A história não é nada do outro mundo, o actor principal não nos encantou.
Contudo, adorámos! O jogo de luzes, sons, músicas e coreografias estava fantástico!
A história não é nada do outro mundo, o actor principal não nos encantou.
Contudo, adorámos! O jogo de luzes, sons, músicas e coreografias estava fantástico!
A "Maria" tem uma bonita voz, a "Anita" surpreendeu-me, o Bernardo teve uma óptima prestação e a Betty feia esteve demais!!
O Teatro Politeama esteve ao rubro, mas só depois do espectáculo houve realmente algo interessante. Ao efectuarmos o pagamento no parque de estacionamento damos de caras com Pedro Bargado (Bernardo, na peça). Pois obviamente que não perdemos a oportunidade de o felicitar pela excelente participação na peça e desejar-lhe sucesso para o futuro. Obrigada Pedro pela simpatia demonstrada e pelo adeusinho a caminho de casa ;)
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